terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Reflexão final

Enquanto Professora Bibliotecária pela primeira vez, foi grande a expectativa e necessidade com que iniciei a presente Acção de Formação sobre o Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares, pela qual considero ter desenvolvido competências e conhecimentos fundamentais na minha prática futura.
O referido modelo visa a melhoria da qualidade do trabalho das Bibliotecas Escolares, bem como a sua integração nos objectivos programáticos e educativos da Escola/Agrupamento. A sua implementação permite aferir os sucessos e os pontos fracos da BE, obtendo orientações relativas às mudanças a introduzir com vista numa melhoria contínua. Por seu intermédio, espera-se conseguir uma melhor percepção do valor da BE, o envolvimento de todos e a inclusão dos resultados da Auto-Avaliação da BE no relatório de auto-avaliação da escola. Só espero estar à altura de tão grande desafio... ter uma efectiva colaboração da Direcção do Agrupamento na implementação e monotorização de todo o processo, o envolvimento de toda a escola e aferir o valor e o impacto da BE na escola e nas aprendizagens. Longa será a caminhada, longa será a aprendizagem...

O Modelo de Auto-Avaliação das BE: Metodologias de Operacionalização (Workshop)

A sessão teve como objectivo central examinar a operacionalização do Modelo de Auto-Avaliação no que se refere à utilização da linguagem em contexto de avaliação e de planificação de acções para a melhoria. Estes aspectos concretizam-se na elaboração do relatório final de auto-avaliação, no qual, é fundamental ter em atenção determinados aspectos de linguagem. Nesta sequência, as actividades propostas apresentaram-se de carácter prático, alertando para determinadas situações a serem tidas em atenção.
A primeira tarefa consistiu na distinção entre enunciados descritivos e enunciados avaliativos, seguindo-se a transformação dos enunciados descritivos em avaliativos.
8a Sessao - Metodologias de Operacionalizacao - Distinguir Descricao de Avaliacao


A segunda tarefa consistiu numa análise relativa aos enunciados 3 e 4, apontando as suas fragilidades e propondo alterações para os transformar em enunciados específicos que concretizassem hipóteses reais de acções para a melhoria.
Ultima Tarefa - Distinguir Enunciados Gerais de Especificos

domingo, 13 de dezembro de 2009

O Modelo de Auto- Avaliação da BE: Metodologias de Operacionalização (conclusão)

O Ministério da Educação tem em curso um processo de avaliação externa em todos os estabelecimentos públicos de ensino que se articula com os mecanismos de auto-avaliação postos em prática em cada escola.
A análise e o reconhecimento do papel da BE ao nível da auto-avaliação da escola é fundamental, pois deste processo depende a sua valorização, desenvolvimento e melhoria. É de extrema importância que a informação extraída da implementação do Modelo de Auto-Avaliação das BE proposta pela RBE seja disponibilizada às equipas de avaliação externa da IGE.
É neste contexto que nos foram propostas as actividades desta sessão levando-nos a reflectir sobre o modo como são ou não comunicados para o exterior os resultados da avaliação apurados no processo de Auto-avaliação da BE e incorporados na auto-avaliação de cada escola.
A primeira tarefa consistiu na elaboração de um quadro que permitisse cruzar o tipo de informação resultante da auto-avaliação da BE, nos seus diferentes domínios, com os Campos e Tópicos estabelecidos pela IGE, nos quais a informação deveria ser enquadrada.

Metodologias de operacionalização (conclusão)




Segue-se a segunda parte da tarefa "Referências à BE nos Relatórios de Avaliação Externa (IGE) das Escolas Portuguesas". Tendo por base uma determinada amostra de Relatórios de Avaliação externa da IGE, escolhida por cada formando, deveriamos proceder a uma análise e comentário crítico incidindo sobre a presença de referências relativas à BE, nos referidos relatórios.

2a_parte_da_tarefa_-_Análise_dos_relatórios_das_escolas

O Modelo de Auto-Avaliação das BE: Metodologias de Operacionalização (Parte II)

Na presente sessão deu-se continuidade à reflexão e trabalho no âmbito das metodologias de operacionalização do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares.

Segundo o referido Modelo, não basta avaliar os frutos do trabalho realizado. É preciso perspectivar as acções que permitam continuar e melhorar esse trabalho, independentemente dos resultados já alcançados, informando quais os objectivos e iniciativas a integrar no Plano de Actividades do ano seguinte, com vista numa melhoria contínua.

Foi-nos proposta a realização de uma tabela em que se estabelecessem nexos coerentes entre os indicadores e respectivos factores críticos, indicando os instrumentos, evidências e acções de melhoria que viabilizem, traduzam e permitam melhorar a avaliação desses indicadores em cada Domínio ou Subdomínio.

Tarefa_6_-_1a_Actividade_-_Tabela_D2




A segunda parte da tarefa consistiu na realização de uma tabela em que se integrassem as Sugestões de Melhoria/Acções Futuras.

2a_parte_da_tarefa_-_Sugestões_de_Melhoria/Accões_Futuras


Síntese da 6ª sessão

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Parte I)

Na quinta sessão deu-se continuidade à reflexão e trabalho no âmbito das Metodologias de Operacionalização do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares.
Foi-nos proposto que escolhessemos um dos domínios apresentados (A.2.; B e C.1) e, tendo por base o domínio escolhido seleccionar dois indicadores, um de Processo e outro de Impacto/Outcome, seguindo-se a construção de um Plano de Avaliação. No meu caso específico escolhi o domínio A.

O Modelo de Auto-Avaliacao Das BE - Metodologias de Operacionalizacao[1]


Síntese da 5ª sessão

PowerPoint - Modelo de Auto-Avaliação das BE

A sessão de trabalho tinha, na sua base, o desenvolvimento dos seguintes objectivos:
  • Entender as ligações do processo de auto-avaliação à escola.
  • Perspectivar a gestão da informação e o processo de comunicação com a escola/ agrupamento.
  • Perceber o papel e a necessidade de liderança por parte do professor coordenador.

Para tal, foram-nos apresentadas duas tarefas, de entre as quais, escolheriamos uma.

Optei pela tarefa 1 - realização de um PowerPoint sobre o Modelo de Auto-Avaliação das BE - para posterior apresentação em Conselho Pegagógico e em Conselho Geral, com vista à sua divulgação e consciencialização dos docentes relativamente aos objectivos a atingir através da sua aplicação.


Power Point Modelo de Auto-Avaliacao da BE




Reflexão sobre Power Point criado com vista na apresentação do Modelo de Auto-Avaliação da BE no contexto Escola/Agrupamento

Primeiramente, considero importante começar por referir que considero pertinente a realização do presente trabalho em Power Point pelo qual se visa a apresentação, explicação e sensibilização relativa ao Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares junto do Conselho Pedagógico. Sem dúvida que a maior ou menor abertura e apoio dos Órgãos Directivos relativamente à aplicação do referido Modelo é de grande importância e condiciona, grandemente, a sua aplicação e resultados mais ou menos positivos.

Relativamente à escolha do Power Point a comentar, começo por mencionar que não consigo visualizar alguns dos trabalhos realizados o que limita, um pouco, a minha escolha. Por outro lado, alguns dos Power Point que considero modelos “a seguir” de acordo com os objectivos previstos, já foram alvo de reflexão e não queria estar a sobrepor comentários, no entanto, depois de ponderar, ver e rever diversos trabalhos que considero, na minha modesta opinião, bons, acabei por decidir comentar o trabalho realizado pela colega Emília Bidarra que já havia sido alvo de comentário. O seu Power Point reflecte, de forma objectiva, concisa e clara os objectivos/conceitos essenciais do Modelo de Auto-Avaliação das BE, apresenta a estrutura do Modelo, procede a uma importante comparação entre o modo como tradicionalmente se entendia a BE e o que se visa na actualidade e futuramente, alertando para a já tão realçada mudança de paradigma e filosofia. Procede, também, a uma importante contraposição entre as oportunidades e os constrangimentos da aplicação do Modelo, alertando o Órgão de Gestão para a importância da BE e do seu papel. As várias etapas do processo surgem sintetizadas de forma simples e clara permitindo a sua fácil compreensão e, mais uma vez, chama a atenção para o debate e aprovação do Relatório final em Conselho Pedagógico, evidenciando a sua implicação no processo. Ainda faz uma chamada de atenção à participação da Comunidade Escolar e aos impactos da BE. Procede a uma importante explicação relativa ao Relatório Final da Auto-Avaliação.
Na conclusão é mencionado o processo de avaliação da BE enquanto desafio mas, também, enquanto oportunidade de melhoria e mudança que indica qual o caminho a seguir. Todos estes importantes aspectos foram apresentados de forma objectiva, com grande clareza de ideias, revelando capacidade de síntese. Aprendi com o mesmo e, por isso mesmo, aqui fica o meu muito obrigado colega Emília Bidarra.

Ana Vaz

Síntese da 4ª sessão

Scribd

Scribd

O Modelo de Auto-Avaliação. Problemáticas e conceitos

A presente sessão de trabalho teve como principais objectivos perceber a estrutura e os conceitos implicados na construção do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares e entender os factores críticos de sucesso inerentes à sua aplicação.

Reflexão Sobre o Modelo de Auto-Avaliação das BE


Síntese da 3ª Sessão

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Tabela Matriz

A presente tabela foi realizada tendo como objectivo definir e entender o conceito de biblioteca escolar, no contexto da mudança, perspectivar práticas adequadas no âmbito do Modelo de Auto-avaliação das BE, a fim de melhor entender o valor e o papel da avaliação na gestão da mudança.
Tabela_Matriz_-_Formaçâo_BE_-_1a_parte




A Colega Zélia comentou a tabela apresentada. Segue-se o seu contributo.

"Gostei do teu trabalho, apesar de ser o teu primeiro ano numa BE, fizeste uma boa reflexão e estás consciente das mudanças fundamentais a implementar para que a Biblioteca Escolar seja efectivamente um centro de aprendizagens.

Concordo com perfil de professor bibliotecário que “desenhaste”:

· atento às mudanças;

· em permanente formação;

· disponível para o desenvolvimento de trabalho colaborativo com os docentes, implicados no processo educativo da sua escola.


Relativamente aos factores de sucesso que encontraste, parece-me que estás no” bom caminho”:

Existe articulação da BE com os diferentes grupos de trabalho do Agrupamento;
A BE está integrada em importantes documentos da “vida” do Agrupamento, embora não menciones quais, penso que te referes ao Projecto Educativo, ao Regulamento Interno, ao Plano Anual de Actividades.
A representatividade da BE no Conselho Pedagógico.
A divulgação das boas práticas através das ferramentas da WEB 2.0.

Desejo-te um bom trabalho"

Zélia

O meu comentário incidiu no trabalho/tabela realizada pela colega Maria José Cruz.

Reflexão/Comentário:



Síntese da 2ª sessão