terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Reflexão final
O Modelo de Auto-Avaliação das BE: Metodologias de Operacionalização (Workshop)
domingo, 13 de dezembro de 2009
O Modelo de Auto- Avaliação da BE: Metodologias de Operacionalização (conclusão)
Segue-se a segunda parte da tarefa "Referências à BE nos Relatórios de Avaliação Externa (IGE) das Escolas Portuguesas". Tendo por base uma determinada amostra de Relatórios de Avaliação externa da IGE, escolhida por cada formando, deveriamos proceder a uma análise e comentário crítico incidindo sobre a presença de referências relativas à BE, nos referidos relatórios.
O Modelo de Auto-Avaliação das BE: Metodologias de Operacionalização (Parte II)
Segundo o referido Modelo, não basta avaliar os frutos do trabalho realizado. É preciso perspectivar as acções que permitam continuar e melhorar esse trabalho, independentemente dos resultados já alcançados, informando quais os objectivos e iniciativas a integrar no Plano de Actividades do ano seguinte, com vista numa melhoria contínua.
Foi-nos proposta a realização de uma tabela em que se estabelecessem nexos coerentes entre os indicadores e respectivos factores críticos, indicando os instrumentos, evidências e acções de melhoria que viabilizem, traduzam e permitam melhorar a avaliação desses indicadores em cada Domínio ou Subdomínio.
Tarefa_6_-_1a_Actividade_-_Tabela_D2
A segunda parte da tarefa consistiu na realização de uma tabela em que se integrassem as Sugestões de Melhoria/Acções Futuras.
Síntese da 6ª sessão
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Parte I)
Foi-nos proposto que escolhessemos um dos domínios apresentados (A.2.; B e C.1) e, tendo por base o domínio escolhido seleccionar dois indicadores, um de Processo e outro de Impacto/Outcome, seguindo-se a construção de um Plano de Avaliação. No meu caso específico escolhi o domínio A.
O Modelo de Auto-Avaliacao Das BE - Metodologias de Operacionalizacao[1]
Síntese da 5ª sessão
PowerPoint - Modelo de Auto-Avaliação das BE
- Entender as ligações do processo de auto-avaliação à escola.
- Perspectivar a gestão da informação e o processo de comunicação com a escola/ agrupamento.
- Perceber o papel e a necessidade de liderança por parte do professor coordenador.
Para tal, foram-nos apresentadas duas tarefas, de entre as quais, escolheriamos uma.
Optei pela tarefa 1 - realização de um PowerPoint sobre o Modelo de Auto-Avaliação das BE - para posterior apresentação em Conselho Pegagógico e em Conselho Geral, com vista à sua divulgação e consciencialização dos docentes relativamente aos objectivos a atingir através da sua aplicação.
Power Point Modelo de Auto-Avaliacao da BE
Reflexão sobre Power Point criado com vista na apresentação do Modelo de Auto-Avaliação da BE no contexto Escola/Agrupamento
Primeiramente, considero importante começar por referir que considero pertinente a realização do presente trabalho em Power Point pelo qual se visa a apresentação, explicação e sensibilização relativa ao Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares junto do Conselho Pedagógico. Sem dúvida que a maior ou menor abertura e apoio dos Órgãos Directivos relativamente à aplicação do referido Modelo é de grande importância e condiciona, grandemente, a sua aplicação e resultados mais ou menos positivos.
Relativamente à escolha do Power Point a comentar, começo por mencionar que não consigo visualizar alguns dos trabalhos realizados o que limita, um pouco, a minha escolha. Por outro lado, alguns dos Power Point que considero modelos “a seguir” de acordo com os objectivos previstos, já foram alvo de reflexão e não queria estar a sobrepor comentários, no entanto, depois de ponderar, ver e rever diversos trabalhos que considero, na minha modesta opinião, bons, acabei por decidir comentar o trabalho realizado pela colega Emília Bidarra que já havia sido alvo de comentário. O seu Power Point reflecte, de forma objectiva, concisa e clara os objectivos/conceitos essenciais do Modelo de Auto-Avaliação das BE, apresenta a estrutura do Modelo, procede a uma importante comparação entre o modo como tradicionalmente se entendia a BE e o que se visa na actualidade e futuramente, alertando para a já tão realçada mudança de paradigma e filosofia. Procede, também, a uma importante contraposição entre as oportunidades e os constrangimentos da aplicação do Modelo, alertando o Órgão de Gestão para a importância da BE e do seu papel. As várias etapas do processo surgem sintetizadas de forma simples e clara permitindo a sua fácil compreensão e, mais uma vez, chama a atenção para o debate e aprovação do Relatório final em Conselho Pedagógico, evidenciando a sua implicação no processo. Ainda faz uma chamada de atenção à participação da Comunidade Escolar e aos impactos da BE. Procede a uma importante explicação relativa ao Relatório Final da Auto-Avaliação.
Na conclusão é mencionado o processo de avaliação da BE enquanto desafio mas, também, enquanto oportunidade de melhoria e mudança que indica qual o caminho a seguir. Todos estes importantes aspectos foram apresentados de forma objectiva, com grande clareza de ideias, revelando capacidade de síntese. Aprendi com o mesmo e, por isso mesmo, aqui fica o meu muito obrigado colega Emília Bidarra.
Ana Vaz
O Modelo de Auto-Avaliação. Problemáticas e conceitos
Reflexão Sobre o Modelo de Auto-Avaliação das BE
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Tabela Matriz
A Colega Zélia comentou a tabela apresentada. Segue-se o seu contributo.
"Gostei do teu trabalho, apesar de ser o teu primeiro ano numa BE, fizeste uma boa reflexão e estás consciente das mudanças fundamentais a implementar para que a Biblioteca Escolar seja efectivamente um centro de aprendizagens.
Concordo com perfil de professor bibliotecário que “desenhaste”:
· atento às mudanças;
· em permanente formação;
· disponível para o desenvolvimento de trabalho colaborativo com os docentes, implicados no processo educativo da sua escola.
Relativamente aos factores de sucesso que encontraste, parece-me que estás no” bom caminho”:
Existe articulação da BE com os diferentes grupos de trabalho do Agrupamento;
A BE está integrada em importantes documentos da “vida” do Agrupamento, embora não menciones quais, penso que te referes ao Projecto Educativo, ao Regulamento Interno, ao Plano Anual de Actividades.
A representatividade da BE no Conselho Pedagógico.
A divulgação das boas práticas através das ferramentas da WEB 2.0.
Desejo-te um bom trabalho"
Zélia
O meu comentário incidiu no trabalho/tabela realizada pela colega Maria José Cruz.
Reflexão/Comentário: