- Entender as ligações do processo de auto-avaliação à escola.
- Perspectivar a gestão da informação e o processo de comunicação com a escola/ agrupamento.
- Perceber o papel e a necessidade de liderança por parte do professor coordenador.
Para tal, foram-nos apresentadas duas tarefas, de entre as quais, escolheriamos uma.
Optei pela tarefa 1 - realização de um PowerPoint sobre o Modelo de Auto-Avaliação das BE - para posterior apresentação em Conselho Pegagógico e em Conselho Geral, com vista à sua divulgação e consciencialização dos docentes relativamente aos objectivos a atingir através da sua aplicação.
Power Point Modelo de Auto-Avaliacao da BE
Reflexão sobre Power Point criado com vista na apresentação do Modelo de Auto-Avaliação da BE no contexto Escola/Agrupamento
Primeiramente, considero importante começar por referir que considero pertinente a realização do presente trabalho em Power Point pelo qual se visa a apresentação, explicação e sensibilização relativa ao Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares junto do Conselho Pedagógico. Sem dúvida que a maior ou menor abertura e apoio dos Órgãos Directivos relativamente à aplicação do referido Modelo é de grande importância e condiciona, grandemente, a sua aplicação e resultados mais ou menos positivos.
Relativamente à escolha do Power Point a comentar, começo por mencionar que não consigo visualizar alguns dos trabalhos realizados o que limita, um pouco, a minha escolha. Por outro lado, alguns dos Power Point que considero modelos “a seguir” de acordo com os objectivos previstos, já foram alvo de reflexão e não queria estar a sobrepor comentários, no entanto, depois de ponderar, ver e rever diversos trabalhos que considero, na minha modesta opinião, bons, acabei por decidir comentar o trabalho realizado pela colega Emília Bidarra que já havia sido alvo de comentário. O seu Power Point reflecte, de forma objectiva, concisa e clara os objectivos/conceitos essenciais do Modelo de Auto-Avaliação das BE, apresenta a estrutura do Modelo, procede a uma importante comparação entre o modo como tradicionalmente se entendia a BE e o que se visa na actualidade e futuramente, alertando para a já tão realçada mudança de paradigma e filosofia. Procede, também, a uma importante contraposição entre as oportunidades e os constrangimentos da aplicação do Modelo, alertando o Órgão de Gestão para a importância da BE e do seu papel. As várias etapas do processo surgem sintetizadas de forma simples e clara permitindo a sua fácil compreensão e, mais uma vez, chama a atenção para o debate e aprovação do Relatório final em Conselho Pedagógico, evidenciando a sua implicação no processo. Ainda faz uma chamada de atenção à participação da Comunidade Escolar e aos impactos da BE. Procede a uma importante explicação relativa ao Relatório Final da Auto-Avaliação.
Na conclusão é mencionado o processo de avaliação da BE enquanto desafio mas, também, enquanto oportunidade de melhoria e mudança que indica qual o caminho a seguir. Todos estes importantes aspectos foram apresentados de forma objectiva, com grande clareza de ideias, revelando capacidade de síntese. Aprendi com o mesmo e, por isso mesmo, aqui fica o meu muito obrigado colega Emília Bidarra.
Ana Vaz
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